Itaú Unibanco capta R$ 2 bilhões para apoiar empreendedorismo feminino

O Itaú Unibanco emitiu R$ 2 bilhões em Letras Financeiras (LF) Sociais no mercado local para apoiar o empreendedorismo feminino no Brasil. Desse total, R$ 1 bilhão foi captado com a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e uma segunda rodada, de mais R$ 1 bilhão, captada junto ao mercado. Os recursos serão direcionados para financiar pequenas e médias empresas lideradas por mulheres, e parte será direcionada a empresas localizadas nas regiões Norte e Nordeste do país.

A transação foi feita sob o Framework de Finanças Sustentáveis do banco, documento que define as diretrizes para a emissão de títulos verdes, sociais e sustentáveis. Além disso, a operação integra a agenda ESG do Itaú Unibanco, uma das instituições pioneiras na adoção dessas práticas no Brasil, e irrigará o Programa Itaú Mulher Empreendedora, que apoia e fomenta o desenvolvimento de negócios liderados por mulheres por meio de iniciativas de aceleração e programas de capacitação e networking. O programa completa 10 anos em 2023 e foi iniciado em parceria com a IFC.

Estima-se que existam hoje no Brasil mais de 10 milhões de empresas comandadas por mulheres. E um levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que ouviu mais de 13 mil empresas em mais de 70 países, em 2019, revelou que os negócios que passaram a ter liderança feminina tiveram crescimento nos lucros, mais facilidade para atrair e reter talentos, e melhora na criatividade e inovação.

Luciana Nicola, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Itaú Unibanco, destaca que as mulheres, ao empreender, “geram impacto positivo não só no âmbito dos negócios que comandam e das pessoas que empregam, mas para todo o seu entorno, como a família e a comunidade”.

Prestes a completar 10 anos, o Itaú Mulher Empreendedora, idealizado em parceria com a IFC, busca valorizar e empoderar as mulheres em seus negócios. O Programa já apoiou mais de 28 mil mulheres participantes a se profissionalizarem para melhor gestão dos seus negócios. Em 2021 e 2022, apoiou e desenvolveu projetos voltados ao empreendedorismo feminino negro, especialmente, concentrado nas regiões Norte e Nordeste do país, para estimular que mais de 2,7 milhões de empreendimentos femininos possam progredir.

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