Receita de nuvem da Oracle puxa resultados do segundo trimestre

Os resultados de segundo trimestre fiscal de 2024 da Oracle mostram que acompanhia ingressou em um caminho sem volta nos serviços de nuvem. A receita dos serviços IaaS e SaaS da companhia foi de US$ 4,8 bilhões, um aumento de 25% em dólares americanos e 24% em moeda constante.

As receitas trimestrais totais aumentaram 5% ano a ano em dólares americanos e 4% em moeda constante, para US$ 12,9 bilhões. As receitas de serviços em nuvem e suporte a licenças aumentaram 12% em dólares americanos e 11% em moeda constante, para US$ 9,6 bilhões. As receitas de licenças em nuvem e licenças on-premise caíram 18% em dólares e 19% em moeda constante, para US$ 1,2 bilhão.

O lucro operacional de Princípios Contábeis Geralmente Aceitos (GAAP) do segundo trimestre foi de US$ 3,6 bilhões. O lucro operacional não-GAAP foi de US$ 5,5 bilhões, um aumento de 9% em dólares americanos e de 7% em moeda constante. A margem operacional GAAP foi de 28% e a margem operacional não-GAAP foi de 43%. O lucro líquido GAAP foi de US$ 2,5 bilhões, enquanto o lucro líquido não-GAAP foi de US$ 3,8 bilhões, um aumento de 14% em dólares americanos e de 11% em moeda constante. O lucro por ação GAAP do segundo trimestre foi de US$ 0,89, enquanto o lucro não-GAAP por ação foi de US$ 1,34, um aumento de 11% em dólares americanos e de 9% em moeda constante.

As receitas diferidas de curto prazo foram de US$ 8,9 bilhões. O fluxo de caixa operacional do segundo trimestre foi de US$ 17,0 bilhões e o fluxo de caixa livre do segundo trimestre foi de US$ 10,1 bilhões.

“A demanda por nossos serviços de Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e IA generativa está aumentando de forma astronômica”, observa Safra Catz, CEO da Oracle. “Como medida dessa demanda, o total de Obrigações de Desempenho Restante (RPO) da Oracle subiu para mais de US$ 65 bilhões, superando a receita anual. Nossos negócios de nuvem estão agora em uma taxa de execução de receita anual de quase US$ 20 bilhões, e a demanda por serviços em nuvem continua a crescer em níveis sem precedentes”.

“A Oracle está no processo de expandir 66 de nossos bancos de dados de nuvem existentes — e construir 100 novos bancos de dados em nuvem — para atender à crescente demanda”, afirma Larry Ellison, o presidente e CTO da Oracle. “Podemos construir nossos novos bancos de dados de forma ágil e operá-los a baixo custo, considerando que todos eles são altamente automatizados com redes RDMA (Remote Direct Memory Access) de alto desempenho e com o mesmo conjunto de serviços autônomos. Nos próximos meses, ativaremos 20 novos bancos de dados em nuvem Oracle implementados e conectados ao Microsoft Azure. Simultaneamente, estamos construindo dezenas de novos bancos de dados em países de todo o mundo”.

O conselho de administração declarou um dividendo trimestral de US$ 0,40 por ação em circulação. Este dividendo será pago em 25 de janeiro de 2024 aos acionistas registrados no fechamento dos negócios, em 11 de janeiro de 2024.

Tags

Compartilhe

TV Globo faz campanha por TV aberta digital sem delay na Copa do Mundo
Hugo Motta descarta adiar PL de IA para 2027 e quer votar ainda em junho
Baigorri alerta para risco de Sul Global ficar sem acesso a órbitas de satélites
Bradesco oferta 10 mil bolsas gratuitas para bootcamp de Dados, Cibersegurança e IA Generativa
Motta prevê votação do PL da IA em junho e rejeita adiar debate para 2027
Motta prevê votação do PL da IA em junho e rejeita adiar debate para 2027
UE quer licença continental para serviço móvel via satélite em 2 GHz
UE quer licença continental para serviço móvel via satélite em 2 GHz
O Papa, Inteligência Artificial e a regulação
Dona do Facebook, Instagram e WhatsApp vai testar cobrança por uso de IA
Para combater as notas frias, Receita reduz pela metade prazo para empresas confirmarem notas fiscais
Anatel prorroga medidas contra chamadas abusivas até 2028
Anatel prorroga medidas contra chamadas abusivas até 2028