O avanço do blockchain impacta diretamente na segurança de sua online persona

*Por Gustavo de Camargo, especialista em segurança e VP de vendas da VU no Brasil
 

O mercado de blockchain cresce anualmente 67,9% e tem como previsão atingir US$ 173,68 bilhões até 2028. As facilidades que a tecnologia traz, assim como as possibilidades de descentralizar processos – como os tão falados cartórios digitais, que se apoiariam em full nodes de blockchain, por exemplo – fazem dessa tecnologia uma aposta, que, inclusive, tem potencial enorme para a área de segurança digital.

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Imagine poder armazenar e autenticar todos os seus documentos de identificação, credenciais acadêmicas, licenças e outros documentos em uma única plataforma digital que seja acessível e tão segura quanto a sua casa e ainda assim ter acesso a eles em apenas alguns cliques. Por ser uma tecnologia descentralizada, o blockchain permite o desenvolvimento de bancos de dados e armazenamento à prova de falsificação, tornando possível proteger e armazenar dados importantes de sua online persona. Quando falo sobre online persona, quero dizer que a identidade digital é quem somos no mundo virtual, ou melhor ainda quem a internet diz que somos para o resto do mundo a partir dos rastros que deixamos sem ao menos percebermos muitas vezes.

Li em uma recente pesquisa do Mobile Time que 59% dos brasileiros utilizam até cinco senhas diferentes em serviços digitais. Sendo especialista em segurança e vice-presidente de vendas da VU no Brasil, enxergo grandes problemas causados ​​por essa fragmentação que poderiam ser mitigados caso fossem utilizadas ferramentas descentralizadoras como parceiras, afinal nem todos os canais são tão seguros quanto aparentam ser.

Sua online persona em segurança

Partindo do princípio que uma vez estabelecida e verificada, essa identidade deveria ser reutilizável e unificada, permitindo que instituições que não necessariamente possuam integração entre si possam verificar a legitimidade de uma determinada credencial através de blockchain — assim como é feita a verificação de criptomoedas e suas transações. Com isso, o aborrecimento do consumidor é reduzido, pois torna possível carregar sua identidade digital de maneira segura por meio do cadastramento dessas identidades por meio de validações biométricas no momento de onboarding, em vez de se submeter a começar do zero a cada nova transação e correr grandes riscos.

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