CEO da Claroty participa do Fórum Econômico Mundial e ressalta importância da segurança cibernética

Davos, na Suíça, sediou recentemente, mais uma edição do Fórum Econômico Mundial (WEF – World Economic Forum). Participaram deste evento as lideranças das principais empresas globais e representantes de importantes países, ONGs, acadêmicos, líderes religiosos e da mídia.

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A empresa de proteção de sistemas ciberfísicos, Claroty, colaborou como Global Innovator no WEF, contribuindo para discutir os crescentes riscos e ameaças de segurança enfrentados por infraestruturas críticas em todo o mundo.

“Passei alguns dias incríveis em Davos, com a Claroty como membro da Comunidade de Inovadores Globais do Fórum Econômico Mundial. Foi uma honra participar de várias sessões e contribuir com o importante trabalho que está sendo feito, para lidar com os riscos e as ameaças à segurança enfrentados por infraestruturas críticas em todo o mundo. A colaboração entre os setores público e privado é imperativa nessa área, e saí com a sensação de que estamos fazendo um grande progresso”, lembra Yaniv Vardi, CEO da Claroty.

Ainda de acordo com Yaniv, à medida que a instabilidade econômica e geopolítica se espalha, os especialistas preveem que 2023 será um ano importante para a segurança cibernética. 

“Em Davos, ficou muito claro que a segurança cibernética é uma prioridade para os líderes mundiais, especialmente no que se refere à criação de resiliência em meio a desafios globais, como mudanças climáticas, conflitos geopolíticos e crise econômica. Por exemplo, organizações de infraestrutura crítica que adotam a digitalização são capazes de operar de forma mais eficiente e sustentável. No entanto, a segurança cibernética deve andar de mãos dadas com a digitalização e a maior conectividade que ela cria, caso contrário, um ataque cibernético contra uma infraestrutura crítica que afete a segurança pública ou o meio ambiente pode compensar esses ganhos”, diz Yaniv. 

Há também uma preocupação generalizada de que os governos aumentem seu apoio ou envolvimento direto em operações cibernéticas disruptivas. 

“O principal desafio é construir uma cultura em todo o ecossistema de infraestrutura crítica, que torne a segurança cibernética fundamental para qualquer iniciativa de modernização. Os líderes mundiais dos setores público e privado devem trabalhar juntos para enfrentar esse desafio de maneira significativa”, finaliza Yaniv.

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