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Aeronáutica contrata comunicação via satélite da Embratel

acessos GESAC

O Comando da Aeronáutica contratou a Embratel para o fornecimento de serviços de comunicação via satélite. O acordo prevê a cessão, gerenciamento e ativação de meios satelitais por meio da utilização da Banda C, no satélite Star One C3, que possui alta disponibilidade para atendimentos críticos.

Com isso, o serviço integra e suporta os CINDACTAs (Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), localizados em Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE) e Manaus (AM), e centros adicionais que se comunicam com mais de uma centena de Estações Terrenas (antenas) do Comando da Aeronáutica conectadas ao satélite da Embratel em todo o Brasil, para a gestão de tráfego, defesa aérea, meteorologia, telecomunicações, busca e salvamento, e outras iniciativas.

A manutenção e o gerenciamento da rede são realizados a partir do centro de operações de satélites localizado em Guaratiba (RJ), o maior e mais moderno do Brasil e da América Latina.

“As comunicações via satélite entre as Estações Terrenas do Comando da Aeronáutica e seus centros de controles são fundamentais para a realização do controle de tráfego aéreo em todo Brasil com a segurança e qualidade necessárias”, afirma Gustavo Silbert, Diretor-Executivo da Embratel. Segundo o executivo, a Banda C é ideal para a iniciativa, pois é a mais indicada para atividades críticas e essenciais, que exigem uso ininterrupto de sinal. “Mesmo com condições atmosféricas adversas, como tempestades, a Banda C mantém-se estável para a continuidade dos serviços”.

Além disso, a Banda C possui alta eficiência espectral, podendo suportar a transmissão de grandes volumes de dados. Por essa razão, informações meteorológicas e de aeronaves que sobrevoam o território brasileiro, como posição, velocidade, altitude e outras métricas podem ser acessadas em tempo real. “Em casos de emergência e eventos inesperados, essa característica permite que haja respostas mais rápidas na tomada de decisões”, diz Silbert.

O contrato com a Embratel ainda prevê o redirecionamento das estações rapidamente, caso necessário. Assim, é fornecida uma camada adicional de redundância e resiliência aos sistemas de monitoramento aeronáutico, garantindo que as informações sejam transmitidas mesmo em caso de falhas em outros sistemas.

“A alta disponibilidade dos circuitos de comunicação é muito importante para permitir o tráfego do grande fluxo de informações que precisamos para suportar as diversas aplicações utilizadas para o gerenciamento do Controle de Tráfego Aéreo”, afirma o Cap Engenheiro Ronan Souza Freitas, da FAB (Forças Aéreas Brasileiras). (Com assessoria de imprensa)

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