Transporte público: quias as diferenças entre o QR Code da SPTrans e Governo de São Paulo

Os meios de pagamento no transporte público, estão passando por uma grande transformação, a chegada da tecnologia na mobilidade urbana trouxe inovação e comodidade aos usuários de forma segura e eficiente, como, por exemplo, a implementação do pagamento por QR Code, que contribuiu para facilitar a jornada dos usuários do transporte público.

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Para que não haja dúvidas  na utilização do QR Code, por parte dos usuários, se existe integração com outro modal de transporte ou não, entre outras situações, Rodrigo Petroni, CEO da UPM2, startup paulista que desenvolve soluções para Smart Cities, listou as diferenças entre o QR Code da SPTrans – Prefeitura de São Paulo, que pode ser utilizado nos ônibus municipais, e o QR Code do Governo do Estado de São Paulo, que funciona apenas nos trens da CPTM e Metrô, confira:

SPTrans – SP Pass

O pagamento via QR Code da SPTrans é realizado através  do Super App de Mobilidade Urbana, SP Pass, desenvolvido pela startup paulista, UPM2. Além do pagamento dos ônibus municipais por QR Code, o aplicativo oferece outras comodidades para os usuários do sistema de transporte público da capital, com a possibilidade de realizar a recarga do Bilhete Único por meio do Pix, além do serviço de roteirizador e alertas de localização dos ônibus. O novo meio de pagamento, já está disponível em 13 linhas que possuem a tecnologia capaz de fazer a leitura do QR Code, impactando dois milhões de embarques na cidade de São Paulo. Desde o lançamento do projeto em outubro de 2021, houve um crescimento de 300% no número de usuários que utilizam o pagamento. A funcionalidade não é aceita no metrô ou nos trens da CPTM, e não dá direito a integração.

Metrô e Trens da CPTM – Top

Chamado de TOP, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente em celulares do sistema iOS e Android por meio de lojas virtuais Google Play e App Store. Após a compra, o QR Code é gerado pelo celular. Já nas bilheterias, é possível comprar até quatro unidades por vez, que serão impressas diretamente no local e não possuem data de expiração. Contudo, para o formato impresso, recomenda-se o uso dentro de 72 horas, para evitar danos ao QR Code que possivelmente podem dificultar a leitura nas catracas. A funcionalidade não é aceita e não faz integração com os ônibus municipais da SPTrans, só funciona no metrô e nos trens do Governo de São Paulo.

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