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Operadoras europeias ampliam exigências para o Open RAN

Operadoras europeias ampliam lista de exigências para adoção do Open RAN
Operadoras europeias apresentam as suas novas exigências para o Open RAN (crédito: Freepik)

Um grupo formado por cinco grandes operadoras da Europa divulgou, nesta quinta-feira, 27, um Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) sobre as prioridades técnicas exigidas para adoção de equipamentos de redes de acesso via rádio abertas (Open RAN).

O documento, em linhas gerais, atualiza os requisitos de gerenciamento e orquestração de serviços (SMO) relacionados ao uso de Inteligência Artificial (IA) e machine learning (ML).

O MoU é assinado por Telefónica (dona da Vivo), Grupo TIM (dono da TIM Brasil), Orange, Vodafone e Deutsche Telekom. Em sua quarta versão, o protocolo de intenções vem sendo elaborado pelas teles desde 2021.

A mais recente atualização se debruça sobre novos requisitos de SMO, especialmente em relação ao quadro técnico de IA e ML, à interoperabilidade com RAN tradicional e à gestão de fatiamento de rede (network slicing) nos aspectos relacionados à segurança.

O grupo ressalta a necessidade de aplicação da abordagem de confiança zero (zero trust) e requisitos de certificação nos equipamentos. Além disso, pedem que as infraestruturas em nuvem tenham foco na interface O2 e na camada de abstração de aceleração baseadas na especificação WG6 da O-RAN Alliance.

“As prioridades técnicas fornecem orientação à indústria fornecedora de RAN sobre onde podem se concentrar para acelerar a implantação desse mercado na Europa, concentrando-se na disponibilidade de produtos comerciais a curto prazo e no desenvolvimento de soluções a médio prazo”, afirmam as operadoras.

As teles europeias que assinam o MoU asseguram que, “com essas prioridades, as cinco operadoras buscam atuar como entrada no release de estrutura do Open RAN”.

“O objetivo geral é promover um ritmo rápido para o desenvolvimento de soluções Open RAN competitivas na Europa, em outras regiões e, em última instância, acelerar a adoção global da tecnologia”, assinalam as companhas de telecom.

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