
Relatório do Comitê Consultivo Internacional para Resiliência de Cabos Submarinos (IAB) aponta que elevada concentração geográfica de cabos tem criado um risco significativo decorrente de fatores como o arrasto de âncoras, da atividade sísmica e de conflitos geopolíticos. Outra constatação do documento apoiado pela UIT foi que prazos para restauração e reparo de cabos têm aumentado e que planejamento de longo prazo tem se tornado mais complexo


