A JC Advisor anunciou um reposicionamento estratégico de sua marca para refletir a expansão de seus serviços no mercado de cibersegurança. A partir deste mês de fevereiro, a empresa passa a se chamar JC2SEC, acompanhando as transformações do setor e reforçando seu compromisso com a inovação, a cibersegurança e a excelência em serviços especializados.
Para a empresa, a transformação não é apenas uma troca de nome e logotipo, mas uma virada de chave para um novo momento da organização, que vivencia uma mudança de patamar e a consolidação como uma empresa de maior porte. Desde sua criação, a JC Advisor apresentou um crescimento contínuo, mantendo uma taxa média de 50% ao ano. Inicialmente focada em consultoria estratégica, a empresa passou a oferecer serviços mais completos de segurança cibernética, atendendo a demandas cada vez mais sofisticadas do mercado.
“Quando começamos, éramos apenas dois consultores experientes orientando grandes clientes. Hoje, já somos mais de 60 profissionais e atuamos com uma gama muito maior de serviços em cibersegurança”, explica Carlos Alberto Costa, CEO e cofundador.
A mudança de marca surgiu da necessidade de alinhar a identidade da empresa à sua real atuação. “Os clientes e investidores começaram a perceber que nosso nome já não representava a amplitude do que oferecemos. Não somos apenas consultores; somos uma empresa de cibersegurança com serviços completos”, destaca Costa.
Investimentos e projetos para o futuro
A empresa também investe no desenvolvimento de soluções próprias, como uma plataforma voltada para CISOs. “O objetivo é consolidar indicadores estratégicos de segurança em um único ambiente, facilitando a tomada de decisão”, afirma o executivo.
Além disso, a JC Advisor se posiciona como referência na avaliação de riscos de terceiros, tendo analisado mais de 3 mil fornecedores em 2024. Para aprimorar esse processo, a empresa aposta na inteligência artificial generativa. “Estamos automatizando nossa esteira de auditoria, incluindo chatbots e outras ferramentas de otimização para garantir maior eficiência e produtividade”, explica Costa.
Com crescimento acelerado e um portfólio robusto, a empresa já recebe assédio de investidores do setor de cibersegurança. No entanto, Costa afirma que uma possível rodada de investimentos deve ocorrer apenas em 2026. “Queremos amadurecer nossa operação antes de buscar aportes externos”, ressalta.




