
O CNCiber e o GSI defendem e defenderam uma agência nacional de cibersegurança independente para tratar do tema, mas a urgência do país faz com que a Anatel desponte como a melhor opção imediata para se ter uma coordenação nacional para a cibersegurança, afirmou à CDTV, do Convergência Digital, o diretor do Departamento de Segurança Cibernética do GSI, Luiz Fernando Moraes da Silva.
” Do lado da urgência, uma vez que os ataques cibernéticos não param de crescer, a Anatel desponta como melhor opção. Mas reconhecemos que uma agência dedicada seria a melhor opção para evitar, por exemplo, conflito de interesses”, exemplificou o diretor do GSI.
Na era da Inteligência Artificial, Luiz Fernando Moraes da Silva defendeu a aprovação do PL 4752, projeto que cria o Marco Legal da Cibersegurança no Brasil. Segundo ele, a proposta estabelece requisitos mínimos de proteção para diferentes setores regulados e ganha ainda mais importância diante do avanço da IA. “Não se faz IA sem cibersegurança”, afirmou.
A expectativa, agora, é que o Congresso Nacional atue de forma objetiva na audiência pública do dia 16 de junho. “O Congresso decide sua vida em outubro e há três meses para trabalhar até o final do ano. A agenda de cibersegurança é uma pauta positiva tanto pra o governo quanto para o Congresso Nacional”, salienta o diretor do GSI. Assista a íntegra da entrevista.
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