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GSA: Mais da metade das operadoras de 5G tem ofertas de FWA

5G FWA já é uma realidade para mais da metade das operadoras do 5G no mundo
GSA aponta que 5G FWA já faz parte do portfólio de mais da metade das operadoras de 5G no mundo (crédito: Freepik)

As redes 5G já são usadas como acesso de banda larga fixa, por meio da tecnologia FWA, por mais da metade das operadoras que já ativaram o serviço de quinta geração móvel em todo o mundo, indica a GSA, associação global de fornecedores de equipamentos para redes móveis.

Relatório da entidade aponta que, até maio deste ano, 312 operadoras lançaram o serviço celular de quinta geração em todo o mundo, das quais 164 (52,5%) contam com ofertas de 5G FWA – vale lembrar que Claro, Vivo e Algar já comercializam o serviço no Brasil.

Levando em conta as redes 4G (LTE) e 5G, o FWA é uma realidade para 467 operadoras em 188 países, diz o estudo. Em número de ofertas, a Europa lidera o mercado, com 146 serviços de FWA em LTE e 95 em 5G.

A região formada por América Latina e Caribe aparece em último lugar no que diz respeito ao LTE FWA (57 serviços) e penúltimo no 5G fixo (19%), somente à frente da América do Norte, que conta com 17 ofertas da tecnologia.

Velocidade e ambiente de uso

Com base em dados coletados com 101 operadoras, o relatório destaca que, no que diz respeito às velocidades, o 5G FWA varia de 10 Mbps a 5.400 Mbps para download. Também ressalta que 60% dos serviços ficam na faixa de 200 Mbps a 2.700 Mbps.

Segundo a GSA, a velocidade máxima média de pico de download para o 5G FWA foi de 974 Mbps em maio deste ano.

A associação ainda mostra que 316 CPEs de 5G FWA já foram anunciados por fabricantes em todo o mundo. No entanto, apenas 217 estão disponíveis no mercado, com o número de modems para redes indoor (126) superando o total destinado ao uso em ambientes externos (91).

A Shanghai Zhongmi Communication (Zmtel) lidera, em número de dispositivos anunciados, o mercado de CPEs de 5G FWA, sendo responsável por 9,18% dos equipamentos.

Lançamento do serviço

Para a GSA, o relatório mostra que “a banda larga FWA se tornou uma oferta de serviço mainstream”. Segundo a entidade, a decisão de lançar o produto depende de fatores como a qualidade do serviço de banda larga fixa na localidade, se existem regiões remotas com pouca ou nenhuma disponibilidade de banda larga e se a operadora fornece rede fixa (bem como a qualidade do seu serviço).

A concorrência também estimula a entrada no mercado, pontua a GSA. “Quando uma operadora introduz um serviço doméstico de banda larga FWA, suas rivais geralmente a seguem rapidamente”, diz trecho do estudo.

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