Disney decide sair da TV por assinatura no Brasil; ESPN fica

Disney decide sair da TV por assinatura no Brasil; ESPN fica

A Disney vai encerrar a operação de todos os seus canais por assinatura no Brasil, com exceção dos canais ESPN, a partir de 28 de fevereiro de 2025. Baby TV, Cinecanal, Disney Channel, FX, NatGeo e Star Channel sairão das TV a cabo brasileiras. Segundo a empresa, em nota enviada para o colunista da Folha de São Paulo Gabriel Vaquer, que revelou o caso, o conteúdo dos canais encerrados será levado para o seu streaming Disney+.

Vaquer aponta que a audiência dos canais que serão encerrados já estava baixa. Todos eles eram do gênero de entretenimento, exibindo filmes e séries. A ESPN seguirá na TV por assinatura. O canal de esportes tem ótimos resultados de audiência e exibe com exclusividade algumas das maiores ligas esportivas do mundo, como a NFL e torneios de tênis.

Qual o pronunciamento da Disney sobre o caso?

Na nota enviada para a Folha de São Paulo, a Disney explica que a decisão de encerrar os canais na TV paga é uma resposta ao cenário local do mercado. A empresa diz que está atendendo a necessidade dos consumidores.

Nas entrelinhas, podemos interpretar que o público prefere assistir aos conteúdos desse canal quando quiser, e não quando a grade de programação exibir. Ainda que os programas do NatGeo sirvam como coringas (aqueles programas que você coloca para a TV deixar tocando algo), quem realmente quer vê os documentários pode maratoná-los no Disney+.

Disney foca no Disney+ e combate contas compartilhadas

O fim dos canais Baby TV, Cinecanal, Disney Channel, FX, NatGeo e Star Channel segue a estratégia da Disney de centralizar seus conteúdos no Disney+. No ano passado, a empresa encerrou o streaming Star+ para unificá-lo com o Disney+. Isso levou o conteúdo dos estúdios de programas mais maduros e da ESPN para o streaming que carrega a principal marca do conglomerado.

Já neste ano, a Disney+ começou a combater o compartilhamento de senhas no Brasil a partir do dia 12 de novembro. A estratégia segue o que fez a Netflix e mostra que a Disney está investindo para que o seu streaming seja mais lucrativo.

Com informações: Folha de São Paulo

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