Ataques a telefones de ativistas de direitos humanos e jornalistas por meio do spyware Pegasus levaram a Amazon a banir o NSO Group, desenvolvedor da solução, de seus servidores. O movimento ocorreu um dia após a veiculação de uma reportagem a respeito do tema.
De acordo com investigação da Anistia Internacional, organização não governamental com mais de 7 milhões de membros em todo o mundo, serviços da gigante do varejo, como AWS e Amazon CloudFront, possibilitavam a circulação de dados interceptados e, também, protegiam as ações não autorizadas com suas camadas de segurança.



