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Abecs: novo crediário deve ter apoio massivo do setor de cartões

Abecs acredita que novo crediário terá apoio massivo do setor de cartões
Ricardo Vieira, vice-presidente executivo (à esq.), e Giancarlo Greco, presidente da Abecs; novo crediário é uma das prioridades da entidade (crédito: DMI)

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) acredita que o novo crediário, modalidade de pagamento parcelado em até cinco anos via cartão, terá apoio significativo do setor. A implementação do serviço, que ainda está em fase de testes, é uma das prioridades da entidade.

“Para uma implementação em massa do novo crediário, queremos envolver todos os emissores e as credenciadoras. É um mecanismo muito eficiente na ponta”, afirmou Giancarlo Greco, presidente da Abecs, em coletiva de imprensa, nesta terça-feira, 12, em meio ao Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP), em São Paulo – na ocasião, ele também apontou que as transações com cartões devem superar R$ 4 trilhões no País este ano.

A entidade iniciou os testes da modalidade em 2021. A principal constatação é de que o novo crediário tem mais apelo para aquisição de bens de valor mais alto. A ideia é que o parcelamento seja de até 60 meses (cinco anos), com o lojista recebendo o valor integral da venda em até três ou quatro dias.

“Os pequenos estabelecimentos têm dificuldades com capital de giro, principalmente para competir com as grandes redes. Então, pode ser uma excelente oportunidade para competir”, disse Ricardo Vieira, vice-presidente executivo da Abecs. “Tem um custo mais baixo, um prazo muito mais longo. É uma excelente opção para [o cliente] não recorrer ao rotativo do mês”, acrescentou.

Vieira ressaltou que, entre os produtos financeiros disponíveis no mercado atualmente, o novo crediário se assemelha mais ao crédito pessoal. Desse modo, “os juros, cada banco vai ter o seu”, indicou.

Débito online sem senha

A entidade afirmou que o débito online sem senha, em formato padronizado, será disponibilizado em larga escala no meio deste ano, mas o impacto nas transações deve ser sentido mais a partir de 2025.

“Sobre o débito online sem senha, estamos fechando o segundo degrau do piloto. E temos uma projeção de ter, até o final do ano, de 60% a 70% dos negócios já com isso”, apontou Vieira.

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