Desafios abertos do Distrito

Os desafios abertos são excelentes para a construção mútua de oportunidades únicas e soluções para conflitos e impasses vivenciados dentro das organizações.

Nos últimos anos, temos vivenciado avanços tecnológicos expressivos e cada vez mais rápidos. Se no início desse milênio falávamos da chegada dos celulares, da democratização do acesso aos computadores e do surgimento das redes sociais, hoje, apenas alguns anos depois, a pauta é inteligência artificial generativa, realidade virtual, dispositivos wearables, blockchain e conectividade 5G, para citar apenas alguns exemplos.

Dessa forma, essas tecnologias emergentes vão moldando um mercado cada dia mais complexo, algo inédito até então.

Inegavelmente, esse avanço progressivo e diário das tecnologias emergentes, somado às mudanças nos hábitos de consumo das pessoas, representam um desafio enorme para as corporações. Isso porque, muitas vezes, essas organizações não têm a agilidade necessária para lidar com essas transformações. Portanto, as empresas compreendam que já não se torna mais viável e vantajoso idealizar a inovação de forma isolada e independente.

Por isso, as organizações contam com parceiros ideais, as startups, que representam o ingrediente que faltava para solucionar problemas reais por meio da tecnologia.

É aí que nascem os desafios abertos, uma oportunidade para que as empresas construam, junto com as startups, soluções inovadoras para desafios reais vivenciados no dia a dia das corporações.

Como as empresas podem participar de Desafios Abertos?

Para abrir um desafio aberto, não tem segredo: a empresa precisa mapear suas dores, entender onde precisa do apoio das startups e lançar o desafio para o mercado.

Claro que falando dessa maneira, tudo parece muito simples, mas é um processo complexo que exige muito conhecimento do mercado de startups. Nesse momento, trabalhar com plataformas como a do Distrito pode ser a chave para fazer os desafios abertos darem certo.

Para isso, existem duas formas das empresas participarem dos desafios abertos. Confira a seguir.

Abrindo desafios para o mercado no Distrito:

Com o Distrito, o passo a passo para lançar um desafio para o mercado é simples:

Mapear, juntamente com o time interno, quais são as maiores dores enfrentadas pela empresa e priorizar aquelas que fazem mais sentido para a empresa.
Escrever o desafio, pontuando o problema e os requisitos para participação.
Lançar o desafio na área de Gestão de Desafios, na plataforma do Distrito.
Divulgar o desafio com o apoio do Distrito.
Analisar as startups que cadastraram suas soluções.
Prosseguir com o processo de teste com a(s) startup(s) escolhida(s).

Usando a IA do Distrito para mapear soluções de desafios estratégicos:

Agora, se o desafio é mais estratégico e não pode ser divulgado para o mercado, é só utilizar a IA do Distrito para encontrar a solução ideal:

Aqui, o passo a passo é o mesmo, mas ao invés de divulgar o desafio aberto, é só utilizar a IA do Distrito para fazer uma busca ativa de startups que possuam soluções para cada dor específica.

A IA sugere algumas startups que possuem um fit maior com o problema a ser resolvido, poupando tempo e esforço na análise.

3 empresas que encontraram soluções nos Desafios Abertos

Santander

O Grupo Santander, um dos maiores grupos bancários globais, utiliza os desafios abertos para apoiar startups e solucionar problemas de forma revolucionária. Por meio do Santander X Global Challenge, o grupo apoia startups e scale-ups que buscam impulsionar o desenvolvimento do ecossistema de cibersegurança.

No ano de 2023, por exemplo, a Azion Technologies, uma startup de Edge Computing mapeada na base do Distrito, foi uma das sortudas que recebeu o prêmio, que incluía 30 mil euros, uma viagem para o Web Summit com todas as despesas pagas e a oportunidade de apresentar sua solução à equipe de cibersegurança do Grupo Santander.

O desafio deu tão certo, que o Grupo Santander lançou uma nova edição do Santander X Global Challenge. Dessa vez, o foco está em startups de educação, empregabilidade e empreendedorismo.

InovaHC

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), em São Paulo, possui mais de 600 mil m² e recebe 20 mil pessoas por dia, o que cria um enorme desafio para a mobilidade interna nos pacientes dentro do complexo hospitalar.

Por esse motivo, visando melhorar o processo de localização dos pacientes, acompanhantes e profissionais dentro do complexo do HCFMUSP, o InovaHC buscou apoio do Distrito. Na plataforma do Distrito, a organização lançou um desafio aberto para que startups pudessem propor melhorias no processo e receber subsídios para o desenvolvimento tecnológico.

Com o desafio lançado, chegou o momento das startups brilharem e apresentarem suas soluções inovadoras. Elas demonstraram sua competência: ao todo, 23 startups se inscreveram, 16 passaram pela curadoria do Distrito, 4 fizeram seus pitches e 2 estão atualmente na fase de desenvolvimento do teste (POC).

Volkswagen

O aquecimento global e as emissões de carbono têm sido motivo de grandes preocupações e debates. A Volkswagen, reconhecendo seu papel como agente de transformação social, abraçou essa causa e procurou o Distrito para identificar, organizar e priorizar desafios e oportunidades.

A partir desse ponto, foram conduzidos 9 workshops com equipes da empresa, resultando no mapeamento de mais de 300 desafios, dos quais 25 foram priorizados para serem solucionados com tecnologias emergentes.

Finalmente, a Volkswagen identificou que um dos desafios prioritários era validar e complementar sua estratégia de descarbonização. Com base no mapeamento realizado, o Distrito encontrou na sua plataforma 15 startups que ofereciam soluções tecnológicas promissoras para a redução de emissões de carbono, das quais 3 se encaixavam perfeitamente no desafio.

A parceria entre a Volkswagen e a Resultante gerou resultados significativos. Por meio da implementação dessas soluções tecnológicas, a Volkswagen conseguiu compensar até agora 85% de suas emissões de CO2, o equivalente a 20 mil toneladas de CO2 por ano. Com isso, a organização alcançou um retorno sobre o investimento (ROI) de 16,3 vezes. Em outras palavras, para cada R$ 1 investido, R$ 16,30 foram retornados em forma de resultado. E os benefícios não param por aí: a eficácia da solução também gerou milhões em créditos de carbono!

Inteligência artificial: um dos maiores desafios de todos os tempos

A presença da inteligência artificial está se tornando cada vez mais comum nas operações diárias das empresas. A saber, um estudo da IBM revelou que 29% das empresas na América Latina já estão utilizando IA em algum nível em seus processos. Porém, esse percentual está bem abaixo da  média de adoção global 34%.

Dessa forma, as corporações estão entre os grupos mais favorecidos pela IA, já que essa tecnologia traz uma série de vantagens, como a otimização de processos e a economia de recursos.

Entretanto, implementar essa tecnologia não é tão simples quanto parece. Por isso, muitas corporações buscam parceiros especializados em inteligência artificial para enfrentar seus desafios.

Uma das maneiras de encontrar esses parceiros ideais é através do GenAI Challenge, uma iniciativa do Distrito voltada para a busca ativa de startups que oferecem serviços de aplicação de inteligência artificial generativa para diversos desafios.

A partir do GenAI Challenge, é possível implementar a inteligência artificial generativa com soluções criadas por startups que estão revolucionando o mercado.

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