Turismo espacial pode ser o trampolim para o espaço profundo

Se 600 milhões de pessoas acompanharam o lançamento da Apollo 11 em direção à Lua, o último lançamento da SpaceX à Estação Espacial Internacional (ISS) teve 2,6 milhões de espectadores via streaming no YouTube. Voos espaciais definitivamente entraram na rotina da civilização humana: a corrida pela supremacia das nações deu lugar à ciência, que se prepara para abrir espaço para o turismo.

Obviamente, será para poucos – em 2001, o empresário russo Dennis Tito pagou para visitar a ISS (sua passagem a bordo da nave russa Soyuz custou, à época, US$ 20 milhões);  o próximo turista espacial a desembolsar uma pequena fortuna (dessa vez, para ir à Lua) é o milionário japonês Yusaku Maezawa que, a bordo do foguete da SpaceX, espera sobrevoar o satélite em 2023, dentro da missão dearMoon, com mais oito civis, além da tripulação (valor estimado por assento: US$ 70 milhões).

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