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TIM amplia pontos de apoio para mulheres em situações de risco

A TIM anunciou a ampliação do seu projeto de combate a violência contra a mulher para os pontos de revenda da operadora. A iniciativa, em parceria com a plataforma Mulheres Positivas, já está presente em 158 lojas próprias da tele pelo país, para atender as mulheres em situação de risco.

Com a expansão, mais de 43 pontos de venda da TIM passaram a oferecer conexão a uma rede de apoio, com funcionários e funcionárias capacitadas pela startup Livre de Assédio. Esses novos pontos estão localizados nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Paraíba.

As revendas da TIM administradas pela Alegria Telecom e Sete Lan, presentes em 25 cidades, participam dessa nova fase do projeto. Elas já aparecem como “locais seguros” no Caminho Delas, função presente no aplicativo Mulheres Positivas, criado e idealizado pela empresária Fabi Saad, disponível para download gratuito para os sistemas iOS e Android.

A diretora nacional de Vendas da Tim, Silmara Máximo, comenta que “A expansão do Caminho Delas reflete o compromisso contínuo da Tim em desenvolver ações concretas para fazer a diferença na vida das mulheres, seja com empregabilidade, desenvolvimento de carreira ou estratégias para reforçar o combate à violência contra a mulher. Essa é uma questão urgente e que não pode esperar. Por isso, é tão relevante a mobilização da nossa rede comercial, ampliando o alcance da iniciativa”.

Treinamento de colaboradores

Para a expansão dos pontos de apoio, 350 funcionários dos parceiros comerciais da TIM foram treinados pela Livre de Assédio, startup que apoia a prevenção ao assédio sexual, moral e discriminação. Esse grupo se junta a outras 2 mil pessoas da força de vendas própria da operadora, que já foram capacitadas para a iniciativa.

Os funcionários e funcionários recebem treinamento para atender às mulheres que procurarem suporte nas lojas em casos de assédio, violência física e outras situações de risco. Os treinamentos focaram na governança de cada equipe e criaram protocolos que garantem o sigilo, a segurança e o acesso à informação, permitindo que a vítima tenha a autonomia necessária para decidir como quer pedir ajuda.

Nesses casos, a vítima tem a sua disposição um smartphone com conectividade e uma cartilha com informações e contatos de diversos canais públicos e entidades para denúncia.

“O objetivo é criar um ambiente mais seguro e uma rede eficiente de apoio para as mulheres, além de direcionar qual a melhor abordagem a ser utilizada quando uma mulher passa por qualquer tipo de violência”, afirma Ana Addobbati, CEO e fundadora da Livre de Assédio.

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