Um consórcio de veículos revelou, no último domingo (16), que o velho conhecido spyware Pegasus estava espionando principalmente celulares de ativistas de direitos humanos, jornalistas, advogados e outros grupos. No Brasil, o governo teria tentado, inclusive, comprar o programa da NSO Group (empresa israelense que desenvolveu a solução).
O TecMundo consultou Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da empresa de cibersegurança ESET, para falar sobre o assunto e o quão sensível é o Pegasus para o território nacional, já que ele já foi detectado circulando por aqui em 2018.



