Pesquisadores da Universidade de Chicago em Illinois (UIC) divulgaram em um comunicado na segunda-feira passada (3) que podem estar prestes a desenvolver um exame de sangue capaz de fornecer um biomarcador identificável e quantificável para a depressão. Além disso, a marca bioquímica é capaz de revelar a eficácia dos antidepressivos usados na terapia individual.
Por se tratar de uma prova de conceito, o estudo busca validar diversas pesquisas anteriores que identificaram, em humanos e modelos animais, a depressão como um fenômeno consistente com a redução da adenilil ciclase. Essa enzima, que fica dentro das células, é produzida em resposta a alguns neurotransmissores, como a serotonina e a epinefrina.


