
Ericsson defendeu que o futuro das operadoras dependerá da capacidade de tornar as redes mais autônomas, programáveis e preparadas para lidar com aplicações de IA em larga escala

Ericsson defendeu que o futuro das operadoras dependerá da capacidade de tornar as redes mais autônomas, programáveis e preparadas para lidar com aplicações de IA em larga escala