
Iniciativa partiu da União Europeia e escolha pelo Brasil é estratégica. Bloco quer ampliar parcerias com nações que compartilham “princípios” e “valores semelhantes”, especialmente em temas ligados à soberania, proteção de dados e direitos individuais. Acordo, no entanto, não cria obrigações jurídicas nem compromissos financeiros para as partes


