Censo mostra que apenas 3% dos brasileiros com graduação estudaram tecnologia

Censo mostra que apenas 3% dos brasileiros com graduação estudaram tecnologia

A proporção de brasileiros com Ensino Superior Completo triplicou nas últimas duas décadas, mas cursos relacionados à tecnologia ainda são pouco procurados. Os dados são do Censo Demográfico 2022: Educação, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, 18,4% da população com 25 anos ou mais possuíam diploma universitário em 2022, contra 6,8% em 2000 – um crescimento de 2,7 vezes no período.

O estudo ainda mostrou que cursos relacionados a negócios, administração e direito são os mais populares, representando 33,6% do total de formados nas dez áreas definidas pelo IBGE. Em seguida, aparecem saúde e bem-estar (16,6%); Educação (14,4%); engenharia, produção e construção (9,5%); e artes e humanidades (7,7%). Graduações em tecnologia (computação e TIC – tecnologias da informação e comunicação) estão apenas na 8ª posição desse ranking, com 3,3%.

Os números do IBGE reforçam uma preocupação que aparece no recém-lançado Relatório Futuro dos Empregos 2025, do Fórum Econômico Mundial: a baixa oferta de mão de obra qualificada para ocupar posições relacionadas a tecnologia, como especialistas em Big Data, Fintechs, Inteligência Artificial, Aprendizagem de Máquina, softwares e aplicações digitais. Segundo o documento, esses cargos são os que mais crescem em termos percentuais no mundo todo. Diante desse cenário, os pesquisadores estimam que 59% da força de trabalho global terá que passar por “requalificação ou aprimoramento das habilidades” até 2030.

Esse movimento já vem ocorrendo em muitas empresas do Brasil. Dados da Unico Skill, responsável pela criação do primeiro e único benefício educação ilimitada do país, mostram que cursos relacionados a tecnologia e ciência de dados estão entre os mais procurados pelos colaboradores de seus mais de 70 clientes. Esses números incluem graduação, pós, especialização e cursos livres.

“Isso é um claro sinal de como os trabalhadores não apenas perceberam a importância do estudo para seu crescimento profissional, como estão atentos às tendências do mercado”, diz Joca Oliveira, CEO da Unico Skill.

Recorte por estado

O Censo do IBGE também revela onde estão as maiores (e menores) proporções de graduados em áreas de tecnologia. O Distrito Federal aparece na primeira posição dessa lista: 5,7% de sua população com Ensino Superior possui um diploma de cursos relacionados a computação e TIC.

Completam o top 5 os estados de São Paulo (4,6%), Amapá (3,4%), Santa Catarina (3,3%) e Paraná (3,2%). Na parte de baixo estão Tocantins (2%), Rio Grande do Norte e Sergipe (ambos com 1,9%), Bahia (1,8%) e Maranhão (1,6%). A discrepância regional reforça a importância de oferecer oportunidades de estudo a todos. “A missão da Unico Skill é democratizar o acesso à educação de qualidade. Como nossa tecnologia permite que literalmente qualquer um possa estudar o que e onde quiser, nós conseguimos ajudar a reduzir essa desigualdade, levando conhecimento a todas as regiões do país”, explica Oliveira.

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