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Torre + Segura busca padronizar segurança no trabalho em altura

Foto: Freepik

A Abrintel, associação que representa detentoras de infraestrutura passiva brasileiras, lançou na última semana o programa Torre + Segura. A iniciativa pretende formar profissionais “multiplicadores” especializados sem segurança do trabalho em altura, com certificação nas normas que regem o ramo. Também pretende trazer informações aos trabalhadores de campo para situações comuns com as quais se deparam no Brasil.

Luciano Stutz, presidente executivo da Abrintel, diz que o programa está sendo engendrado há dois anos. O lançamento na semana passada se deu com a conclusão da tradução de um vídeo da Nate, entidade que representa os fornecedores para torreiras. O vídeo aborda a melhor forma de prevenção de queda de ferramentas durante um reparo.

“Nossa intenção é tornar o mais padronizado possível, acessível a todos o fornecedores deste mercado o conceito de segurança do trabalho em altura”, comenta Stutz.

Segundo ele, o setor carece de dados sobre acidentes. Mas, com a onipresença do smartphone e das redes sociais, histórias e vídeos sobre os problemas enfrentados pelos técnicos têm se multiplicado.

“Há relatos de gente fazendo içamento de equipamentos amarrando a corda em caminhonete e a roldana na própria torre. Temos história de pintores que desaparafusaram a torre no chão para pintar, o que a derrubou. Tem caso de técnico que chegou no alto da torre e encontrou ninho de gavião, ninho de cobra. Vamos trabalhar tudo isso”, diz ele.

O executivo afirma que a cultura de segurança no trabalho é forte em outros setores, com o petroleiro, e espera que a iniciativa traga mais consciência entre os terceiros e até quarteirizados das torreiras.

O projeto tem metas conservadores, admite. A intenção é formar cerca de 20 profissionais em normas técnicas brasileiras de trabalho em altura este ano, de forma presencial. Estes deverão ser multiplicadores em suas empresas. A Abrintel também vai publicar seis vídeo aulas abertas ao público traduzidas da Nate ou feitas para ensinar a lidar com problemas tipicamente brasileiros enfrentados pelos técnicos locais.

E vai, ainda, lançar um selo para indicar que empresa participou do curso, e os associados deverão priorizar a contratação desses fornecedores.

O material é voltado para um nicho de mercado profissional que, pelas estimativas da Abrintel, tem cerca de 3 mil profissionais. “O foco são os trabalhadores que sobem nas estruturas, que trabalham em montagem e manutenção de torres de telecom”, avisa.

Os vídeos que já estão no forno serão sobre uso adequado no cinto de quatro pontas e outro sobre como lidar com animais peçonhentos.

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