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Aprender Conectado abre contratação de banda larga para escolas

Foto: Freepik

O Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (Gape) autorizou nesta sexta-feira, 23, o início da cotação para contratação de fornecedores de internet, rede interna e sistema fotovoltaico para as escolas que serão atendidas nas fases 2 e 3 do Aprender Conectado. A autorização foi dada após a aprovação da continuidade do projeto de conectividade de escolas públicas pelo Conselho Diretor da Anatel.

O Aprender Conectado avança agora para as fases 2 e 3 e atenderá 5.107 escolas, em 51 Municípios, em sete estados das regiões Norte e Nordeste do País (AC, AM, AP, BA, MA, PA e RR). Em 99% das escolas já foi realizada a vistoria técnica, que é a primeira etapa para inclusão das unidades no Aprender Conectado. As unidades receberão internet banda larga e rede WiFi em todo o ambiente escolar, para uso administrativo e pedagógico.

A cotação (ou RFP – Request for Proposal) será lançada “em breve”, diz o grupo. Será dirigida a provedores de conectividade terrestre, fornecedores de rede interna WiFi e fornecedores de sistema fotovoltaico para atender escolas que não dispõem de rede elétrica. Os fornecedores interessados poderão obter mais informações e participar no www.eace.org.br/rfp.

Projeto piloto

Iniciado em novembro de 2022, o projeto piloto do Aprender Conectado teve como principal objetivo mapear as dificuldades e entender o melhor caminho para levar a conectividade às escolas. O projeto piloto foi finalizado em agosto do último ano em 177 escolas públicas de ensino básico em dez municípios nas cinco regiões do País (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-oeste). Todas as unidades receberam internet banda larga e rede WiFi em todo o ambiente escolar e kits de informática.

O Aprender Conectado surgiu com o Edital do 5G, que destinou R$ 3,1 bilhões em recursos para levar conectividade às escolas públicas de educação básica.

O projeto visa o atendimento de escolas públicas em todo o país, incluindo as situadas em comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos, garantindo conexão com internet banda larga e rede WiFi, mesmo para aquelas que não possuem energia.

Para definir os critérios do projeto e gerir seus recursos, foi criado o Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (GAPE), composto pela Anatel, ministérios da Educação e das Comunicações, e as empresas vencedoras da faixa de 26 GHz, Algar Telecom, Claro, Telefônica, dona da marca Vivo, e TIM, que criaram a Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (EACE), responsável pela execução do projeto. O GAPE é presidido pelo conselheiro da Anatel, Vicente Aquino, estabelece as diretrizes e acompanha os trabalhos realizados pela a Eace. (Com assessoria de imprensa)

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