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Além da Fibrasil: Vivo avalia banda larga via outras redes neutras

Christian Gebara, presidente da Vivo

O CEO da Telefônica Vivo, Christian Gebara (foto), afirmou nesta quarta-feira, 21, a jornalistas, que a empresa está disposta a negociar acordos com donas de redes neutras em todo o Brasil a partir de 2025 para expandir a oferta de seus serviços de banda larga fixa.

Atualmente, a operadora utiliza rede própria em São Paulo, e da Fibrasil, operadora de atacado neutra da qual detém metade das ações. Em conjunto, têm o objetivo de alcançar 29 milhões de homes passed (casas passadas com fibra óptica e aptas a contratar o serviço) até o final de dezembro. A malha disponível à Vivo encerrou 2023 em 26,2 milhões de casas passadas.

“A meta deste ano é atingir 29 milhões de casas passadas, mas certamente vamos crescer a nossa disponibilidade de fibra ao longo dos próximos anos”, observou Gebara. E completou: “Isso poderá vir tanto de mais construção de HPs, que pode ser overlay de fibra sobre redes de cobre, ou pode ser de aluguel de capacidade de redes de fibra neutra que existem no mercado. Existe a Fibrasil e outras. Então nosso crescimento poderá vir de outras, de acordos comerciais com mais de uma rede de fibra neutra”, falou.

Além da Fibrasil, que constrói rede de fibra fora do estado de São Paulo, há no país a V.tal, que tem como acionistas BTG e Oi, a I-Systems, que tem como sócias IHS e TIM, e a American Tower. Também uma movimento semelhante de provedores regionais em monetizar a infraestrutura construída.

Fusões e aquisições

Segundo o executivo, o principal crescimento da rede nos anos de 2025 deve vir da expansão orgânica e dos acordos com redes neutras. Mas a companhia segue disposta a analisar potenciais fusões e aquisições, desde que os ativos sejam complementares em qualidade e estejam bem organizados em termos jurídicos e regulatórios.

Gebara reiterou o que falou em 2023, quando a Oi Fibra (ClientCo da Oi) foi colocada oficialmente à venda. “O negócio é complexo pois envolve contratos com a V.tal, e não temos acesso a estes termos, a estes contratos. Evidente que se tivermos, poderemos avaliar melhor as condições para pensar em um oferta. Não temos elementos nenhum ainda para fazer a proposta”, falou.

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