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Abinee: ‘Nova política industrial vai estimular transformação digital’

Nova Política Industrial foi debatida por Conselho que inclui empresas | Foto: Freepik
Nova Política Industrial foi debatida por Conselho que inclui empresas | Foto: Freepik

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) divulgou nota nesta quarta-feira, 24, manifestando boas expectativas diante da nova política industrial, divulgada pelo governo federal nesta semana. Para a entidade, o plano pode estimular a transformação digital e impulsionar investimentos.

A nova política industrial é fruto de debates no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), do qual a Abinee faz parte. “Foi um trabalho tecnicamente muito bem construído e nossa expectativa é que as medidas anunciadas, que dependem de grande articulação entre várias esferas de poder, sejam implementadas o mais rápido possível de forma a dar um horizonte para novos investimentos produtivos”, afirma o presidente da associação, Humberto Barbato, em nota.

Entre as iniciativas anunciadas, a Barbato destaca dois temas que estão ligados diretamente ao setor eletroeletrônico. Um deles é o Novo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores e Displays (PADIS), como forma de ampliar o estímulo a esse segmento estratégico para a agregação de valor tecnológico à indústria. O segundo é o Projeto de Lei que reduz o prazo para registro de patentes, de 6,9 anos para 2 anos, até 2026.

“O modelo do programa Nova Indústria Brasil (NIB) está em consonância com o movimento adotado por diversos países, que desde a crise financeira e principalmente no pós-pandemia, voltaram-se para si, como forma de potencializar suas bases industriais e o desenvolvimento tecnológico”, diz o presidente.

A Abinee destaca que a nova polícia está alinhada com a necessidade de reverter o processo de encolhimento da participação da indústria de transformação no PIB, que reduziu sua participação de 15% em 2010 para pouco mais de 11% em 2020.

“Em uma década, as empresas de produtos de alta e média tecnologia, como itens de informática e veículos, tiveram sua participação no setor industrial reduzida de 23,8% para 18,7%”, lembra Barbato.

Por fim, o presidente da associação ressalta que o setor eletroeletrônico, compreendendo segmentos como automação, TICs, informática, componentes, equipamentos para a área de energia elétrica entre outros, está habilitado a dar sua contribuição em temas de grande impacto na sociedade e que serão endereçados na nova Política Industrial, como eletromobilidade, segurança cibernética, cidades inteligentes, inteligência artificial, indústria 4.0, economia circular entre outros.

Com informações da Abinee*

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