Uso prático da IA generativa nos negócios começa em 2024, diz Dell

Diego Puerta, presidente da Dell Brasil: “IA generativa vai sair da teoria para a prática” (crédito: TeleSíntese)

Se 2023 foi marcado pela curiosidade e pelos primeiros usos de modelos de Inteligência Artificial (IA) generativa, 2024 será o ano em que as empresas passarão a adotar, na prática, a tecnologia como forma de aprimorar as operações e gerar novos serviços, aposta a Dell. Nesse contexto, a companhia planeja se posicionar como provedora de soluções para apoiar o uso de IA por negócios de diversos setores.

Como modelos generativos exigem grandes bases de dados, recursos computacionais de alta potência e algoritmos, a empresa acredita que suas soluções de armazenamento, processamento e segurança de dados serão mais demandadas por negócios que passarão a implementar a tecnologia.

“A jornada de aprendizado, curiosidade e de tentar entender para onde vai a IA vai começar a dar espaço para pilotos, testes e projetos”, disse Diego Puerta, presidente da Dell Technologies Brasil, em evento em São Paulo, nesta quarta-feira, 31.

“Estamos discutindo com um grande número de clientes a melhor aplicação da IA generativa em seus negócios”, acrescentou, citando que a companhia tem se aproximado de empresas de setores como finanças, agronegócio, varejo, logística e provedores de serviços, no sentido de levar a IA generativa para suas operações.

Puerta ressaltou que, como consequência do ganho de popularidade da tecnologia no ano passado, as principais discussões, na atualidade, sobre a adoção da IA generativa nos negócios ocorre com CEOs, não se limitando mais às diretorias de TI. Com isso, a Dell, que completa 25 anos de operações no Brasil em 2024, acredita que o momento de tornar modelos generativos uma ferramenta empresarial chegou.

Nesse sentido, a empresa também aposta em parcerias com outras companhias de tecnologia (Nvidia, Intel, Red Hat), numa tentativa de se tornar referência em jornadas de migração para a AI, incentivando o uso de soluções on-premise (servidor instalado e executado na própria máquina) e open source (código aberto).

Em linhas gerais, a ideia é estimular o uso de modelos de IA generativa menores do que plataformas generalistas, como o ChatGPT, ajustados às necessidades das empresas, com apoio de recursos computacionais para processamento de dados.

“Na hora que colocamos na ponta do lápis o investimento necessário pra uma solução de GenAI on premise contra nuvem, vemos que é muito mais vantajosa dos pontos de vista econômico e da segurança. Esses são os elementos que nos ajudam a estar bem posicionados para auxiliar os clientes nessa jornada”, destacou Puerta.

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